Bem-vindo 25 anos: 1/4 de muito amor!

[googlefont font=”Playfair Display” float=”none” line_height=”1″ size=”18px” margin=”10px 0 20px 0″ color=”#f36767″ align=”left”]Leia o texto abaixo ao som de Beyoncé I Was Here[/googlefont]

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Vocês devem estar se perguntando como eu me sinto aos 25 anos. Bom, alguns já passaram dessa idade e ressaltaram grandes mudanças, já outros, afirmam que nada muda. Apenas algumas rugas, linhas de expressões ou quantidade de problemas.

O tempo passa voando. Ontem eu tive a difícil tarefa de escolher entre continuar usando fraldas, ou trocar por uma bicicleta. As chupetas por brinquedos. Os tropeços não começaram quando eu já tinha algum tipo de consciência, muito pelo contrário, até conseguir dar o primeiro passo eu caí e levantei muitas vezes. Me machuquei, confiei em alguém e por fim, comecei a descobrir e escolher os meus próprios caminhos. Desde, então, as atitudes começaram a pesar. Somar ou subtrair. Eu poderia não saber onde estava o perigo, mas eu arrisquei desde pequena. Quebrei a cara, algumas regras e os dentes.

Eu já pensei em desistir, em abrir mão do que realmente me importa. Eu já morri de raiva e de ciúmes. Eu já ouvi muita gente dizer que eu não chegaria onde estou, ou que eu não tinha competência para fazer algo que eu realmente sinto tesão em realizar. Eu já fui desmotivada, reprovada e reprimida. Eu já fui o nome de grandes fofocas, ou apontada por algo que eu não tive nenhuma culpa. Eu já fui julgada, e talvez até insultada. Eu já fui bastante ferida, por palavras, atitudes, falsidades, entre outras coisas ruins que eu prefiro não descrever. Eu já fui enganada, e até traída. Eu já errei, mil vezes, e continuo errando. Já perdoei, e também fui perdoada. Eu já fiz alguém sorrir, em algum lugar do mundo. Espero que tenha feito você feliz, também. Eu já fui bastante egoísta, mas o meu coração tem amolecido a cada dia. Eu já plantei tantas sementinhas do amor, e espero colher todas elas algum dia, ou aos poucos. Eu já fiz diversas piadas sem graças, dancei descoordenada, cantei sem nenhum tipo de afinação. Eu já comi muito mais do que eu deveria. Eu já sorri, querendo tantas vezes chorar. Já respirei, querendo socar. Eu já fui tanta coisa, mas agora eu apenas sou.

Se eu te magoei, peço desculpas. Se eu não fui o que você esperava, talvez um dia tudo se ajeite, podemos encontrar a melhor solução. Se eu não te dei a mínima atenção, acredite, eu não estava em um dia bom. Se eu fugi, foi para me proteger. Se eu corri atrás, acredite em mim, fiz isso poucas vezes na vida, você é realmente importante. Se eu te ignorei, talvez tenha sido proposital, mas eu sei que não justifica. Assim, peço gentilmente, que me desculpe. Se eu demoro muito tempo para responder, estou correndo tanto que você nem imagina. Se faz tempo que não nos encontramos, podemos marcar isso logo. Se eu falo que te amo, não tenha dúvidas. Se estou com saudade, bato na sua porta se houver um convite. Se estou ao seu lado, eu quero que nunca se esqueça de mim. E não é à toa que o meu celular fica guardado, eu quero que leve as melhores recordações quando lembrar-se de mim. Pois, quando eu não estiver mais aqui, quero que permaneça sorrindo. Pois é assim que eu quero te ver, e farei o possível para contribuir… Não me importa quem você seja.

Eu sou amor pulsante. E as palavras, às vezes, me ajudam a demonstrar. Escrevo como uma forma de desabafo do meu coração. Do meu passado, presente ou prospecções do futuro. Se eu te fizer refletir, nem que seja por um segundo, o meu propósito está feito. E me sinto realizada, por tudo o que conquistei até o momento. Pelas pessoas que conheci, que admiro e quero comigo até o último piscar de olhos. Eu não sei agradar, fazer média ou dramas. Quem me conhece sabe que eu sou prática e sincera. Sou péssima em disfarces, também penso duas vezes antes de ferir. Sou cautelosa, mas não abro mão da minha felicidade em nenhum amanhecer. Quando me levanto da cama, tenho o propósito de prosperar o bem e ser feliz. Aceito tudo o que contribuir, e elimino facilmente o que não me agrega. Me apego demais, sou literalmente um grude, mas desapego com um simples estalar de dedos. Sou teimosa, e por vezes eu só acredito vendo.

Eu tenho arrependimentos eternos, e ferimentos que jamais serão cicatrizados. Olhando para trás, eu faria muita coisa diferente. Eu acreditaria mais em conto de fadas, e não teria medo do bicho papão. Eu perdi pessoas irreparáveis, onde permaneço até o fim da minha vida com uma lacuna vaga aqui dentro. Eu passei por muita coisa, e tudo contribuiu para o que me tornei hoje. Sensível ou não. Permanece a gratidão pela vida, sempre.

Que os meus 25 anos seja leve. Que não seja fácil como eu gostaria, porque a persistência é o segredo do sucesso. Que aumente a minha paciência, renove a minha alma. Que traga cada vez mais maturidade, experiências e aprendizados. Que seja repleto de surpresas, saúde e positivismo. Que eu tenha muita sorte, mas por questão de merecimento. Que eu tenha vocês comigo, e que eu conheça tantas outras pessoas.

Que eu me torne alguém melhor e, seja lá como for, eu contribua para um sorriso seu.

Porque, amor, amor não vai faltar!

E saiba, de uma vez por todas: o que você me oferecer, eu te devolverei em dobro.

Obrigada, por tudo!

Comentários

  • Bruna disse:

    Olá!! É o primeiro texto que leio seu e você me matou de orgulho, que lindo!!! Continue escrevendo, você deve inspirar muitas pessoas. Bruna (Yazigi)

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